"Já me perguntaram algumas vezes: o que eu faço? E eu digo: não faz nada. Não precisa se montar, decorar um texto, falar pausadamente na frente do espelho, ensaiar a cena, viajar em busca da palavra perfeita. A gente tem que ser a gente. Eu tenho que ser eu. Você tem que ser você. Por mais estranho, maluco, curioso e engraçado que isso seja."
Clarissa Corrêa (via segredosdeumpoeta)
(via segredosdeumpoeta)
"Eu era o tipo de mulher que para mostrar que tinha força já colocava em prática a frase: “Eu vou enfiar a mão na cara dela!” Hoje em dia eu uso a força sim, mas a força do pensamento: “Ela vai tropeçar, cair de cara no chão, vai ficar com a cara arrebentada, uma linda cicatriz e com o corpo todo doído.” (no mínimo, depende do estágio da raiva). E eu vou continuar calma, ilesa e sem sujar as minhas mãos com merda. Aprendi a ter auto-controle e não fazer mal a ninguém, só a desejar!"
Tati Bernardi. (via segredosdeumpoeta)
(Source: quesejacomofor, via segredosdeumpoeta)
"E foi tão bom constatar que não me atinge mais. Não me entristece, não me aborrece, não me tira o sono. Passa por mim. Mas, não me atravessa. Foi-se o tempo."
Tati Bernardi (via segredosdeumpoeta)
(Source: stigmatisation, via segredosdeumpoeta)